Academia de Música da Banda da Covilhã celebra o Natal com Ciclo de Recitais

A Covilhã voltou a encher-se de música com o Ciclo de Recitais de Natal 2025, organizado pela Academia da Banda da Covilhã. O evento colocou em palco dezenas de alunos e orquestras para celebrar a quadra festiva com um repertório que atravessa gerações.

O ciclo de recitais reafirma a missão pedagógica e cultural desta instituição centenária. O programa, que teve um dos seus pontos altos na terça-feira, 16 de dezembro, apresentou uma mostra diversificada das várias classes de instrumentos da Academia, desde os sopros até a percussão.

 

Um repertório entre o clássico e o contemporâneo

A audição destacou o trabalho individual e coletivo dos alunos. Nas classes de sopros, os ouvintes puderam apreciar desde o rigor de J.S. Bach, interpretado pela classe de saxofone, até temas populares como “White Christmas” e “Silent Night”, executados pelas classes de clarinete e flauta transversal.

Um dos momentos de maior energia foi a atuação do Ensemble de Percussão, sob a orientação dos professores Telmo Moura e Gonçalo Santos, que trouxe ao palco o conhecido tema “All I Want for Christmas is You”.

 

 

O crescimento em orquestra

Para além das prestações individuais, o ciclo deu palco às formações coletivas da instituição. A Orquestra 1º Sons e a Orquestra Juvenil, ambas dirigidas pelo Maestro Carlos Almeida, demonstraram a evolução técnica dos jovens músicos através de peças como “Symphonica” de Robert Buckley e o festivo “Feliz Navidad”, com arranjo de Michael Sweeney.

 

 

Aposta na formação e na comunidade

Este ciclo de recitais não é apenas um momento de exibição artística, mas uma ferramenta crucial na formação dos alunos, promovendo o contacto direto com o público e a superação do nervosismo em palco. Para a direção da Banda da Covilhã, estes eventos servem também como um presente musical à cidade, reforçando o papel da Academia como um pilar da educação artística na região.

 

 

“A música é uma das artes mais belas do mundo, uma das artes mais completas”, Eduardo Cavaco.

 

 

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