
“Um robô pode satisfazer as nossas necessidades urgentes, mas o abraço de um robô não existe”
Entre a fé, o ensino e a comunicação, defende uma Igreja próxima das pessoas e atenta aos desafios do mundo contemporâneo. Fala da relação com os jovens, do individualismo e dos riscos da inteligência artificial, numa entrevista em que reflete sobre o lugar da Igreja numa sociedade cada vez mais digital. É o padre Luís Miguel Freire.
Tem 46 anos, é natural da Covilhã e tem dividido o seu percurso entre a fé, a educação e a comunicação. O padre Luís Miguel Freire tomou posse, a 11 de outubro, como pároco da recém-criada Unidade Pastoral Covilhã Norte, uma nova estrutura de organização da Diocese da Guarda. Nesta entrevista, fala do seu percurso, da importância da proximidade na Igreja, dos desafios colocados por uma sociedade cada vez mais digital e individualista e da relação entre tradição e contemporaneidade.