Cinubiteca fecha ciclo com sucesso

O talento emergente da UBI tomou conta do ecrã da Cinubiteca, no dia 27 de maio, com a projeção de filmes dos estudantes. Foi o encerramento de mais um ciclo organizado pelo núcleo de cinema da UBI (CINUBI), com a sessão intitulada “A última ceia”.

O alinhamento da noite foi marcado pela diversidade técnica e concetual, com dez curtas-metragens com durações entre os dois e os 15 minutos.  Desenvolvidas por alunos de terceiro ano e estudantes de mestrado, e com um auditório praticamente cheio, esta é uma grande oportunidade para os alunos mostrarem o seu trabalho no grande ecrã, como nos conta Lino Borda D’Água, realizador de “Stereohead” e “Aviões de papel”.

 “É o sonho de qualquer cineasta, e para mim é importante ter essa experiência porque são os meus primeiros filmes, e as primeiras vezes em que vejo ideias serem transportadas da minha mente para um grande ecrã.”

Pedro Brito, coordenador do Departamento cultural do CINUBI e um dos dinamizadores desta iniciativa, faz um balanço bastante positivo do ciclo “Doce da casa” e destaca a elevada audiência: “Poder ver a sala da Cinubiteca cheia de pessoas interessadas em ver os filmes uns dos outros e dos professores, foi sensacional”. Mais do que a organização do evento em si, o que deixa toda esta equipa com o sentimento de dever cumprido é a resposta da comunidade académica, que vai já para além dos alunos do curso.

Pedro Brito destaca ainda a segunda sessão deste ciclo, onde foram projetados filmes de docentes e doutorados, e que para além da mostra dos filmes foi enriquecida com uma conversa final que “serviu de muito para o público quanto pela possibilidade de podermos dar um espaço para agradecer a esta profissão tão incrível”.

Contudo, a exibição não esteve livre de percalços, por vezes com algumas dificuldades técnicas na projeção dos vídeos e na comunicação com os criadores. No que toca à FAL, apenas auxiliou o projeto com a disponibilização do espaço. De resto, não tivemos quaisquer outros apoios”, sublinha Pedro Brito.

O ciclo acabou por mostrar que, mesmo com algumas dificuldades técnicas, a criatividade dos alunos foi o verdadeiro motor do trabalho que une o curso dos futuros cineastas.

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