O evento foi recebido pela Universidade da Beira Interior (UBI) com o objetivo de esclarecer “o que é que andamos a fazer, como é que se anda a fazer e o que é que podemos fazer” segundo a reitora Ana Paula Duarte.
Com cerca de 60 inscritos, a iniciativa da UNITA – Universitas Montium reuniu docentes, investigadores, técnicos e alguns estudantes no Anfiteatro de Sessões Solenes na tarde do dia 22 de setembro.
Diferentes áreas de desenvolvimento desta aliança de universidades europeias foram discutidas por professores como Pedro Inácio, do Departamento de Informática, Ana Rita Carrilho, do Departamento de Letras, Silvia Socorro, do Departamento de Ciências Médicas, Nuno Jerónimo, do Departamento de Sociologia e Marta Alves, do Departamento de Psicologia e Educação.
A sessão incluiu diversos tópicos, entre eles “Improve and transform the governance of UNITA”, “Seamless mobility between Campuses and territories”, “Innovation in teaching & learning initiative”, “Sharing infrastructures and knowledge” e “Expanding UNITA in Europe and beyond”.
Apesar do baixo número de estudantes na plateia, apresentações sobre alternativas que possam vir a impactar os seus estudos receberam destaque. Entre elas a possibilidade futura da introdução de uma cadeira livre em todos os cursos de primeiro ciclo, apresentada por Eduard Plesha, técnico superior da UBI, sobre as possibilidades existentes para os alunos enriquecerem os seus currículos.
Eventos para o final de 2026 também foram mencionados. De 6 a 8 de outubro irá ocorrer a Assembleia de estudantes UNITA e de 24 a 25 de novembro o Matching Event T3.2.
O UNITA Day acabou às 17h00 com agradecimentos por parte do professor e Vice-Reitor Bruno Costa, chegado direto do encontro das universidades portuguesas pertencentes a alianças europeias, em Aveiro.
Um diferente objetivo destacado no final foi o desejo de aproximar a UNITA à comunidade académica: “Temos várias bolsas e oportunidades em que não temos candidatos, ou temos um ou dois candidatos” explica o Vice-Reitor.
Nascida em 2020, a aliança encontra-se no final segunda fase de financiamento, e dela fazem parte doze instituições de ensino superior de sete países diferentes: Itália, Portugal, Espanha, França, Roménia, Suíça e Ucrânia.





































